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sábado, 24 de outubro de 2009

Fotografia

Digamos que não é todos os dias que me levanto às 6:30 da manhã. Levantei-me uma vez a esta hora durante a semana para me encontrar com o meu colega na empresa para irmos fazer umas montras, e foi nessa manhã que reparei no nascer do sol. Adivinha-se o que tive de fazer para tirar fotografias a esta altura do dia hoje, Sábado. Exacto. Levantei-me novamente às 6:30, e fui passear a pé até à zona mais a norte do Parque das Nações, próximo do local de onde vi o nascer do sol durante a minha ida para o trabalho durante a semana.

Os leitores devem estar a interrogar-se neste momento "porque motivo foi ele para tão longe quando vê o rio e o horizonte ali tão perto?". A resposta reside na Ponte Vasco da Gama. Tão depressa é um objecto que proporciona excelentes fotografias, como também é um obstáculo para fotografar o horizonte.

O passeio foi simples: ir até à base da ponte, montar o tripé, esperar o sol aparecer, e voltar para casa. Pensei que fosse tirar umas 30 ou 40 fotografias, mas quando olhei para o contador no ecrã da máquina pela última vez, já tinha chegado às 152. O resultado foram muitas fotos desfocadas, sub ou sobreexpostas, mal enquadradas, ou apenas sem interesse. Mas um grupo restrito conseguiu captar a minha atenção. São algumas destas fotos que coloco aqui para todos poderem ver (as restantes poderão ver no Deviantart, o link está no lado direito desta página). Lembrem-se que sou apenas um amador cujo hobbie é a fotografia. Não sou nenhum profissional, embora goste muito de captar paisagens e arquitectura em fotografia. Espero que gostem.













sábado, 8 de agosto de 2009

Emprego, que bom


Ao fim de 2 meses a trabalhar, penso que já posso tirar algumas conclusões. E o resultado é bom. Digamos que é o melhor emprego que já tive (nunca tive muitos e na maioria foram trabalhos temporários ou como freelancer).

Até comprei uma máquina fotográfica, como tenho andado a pensar ultimamente. Foi o modelo acima da que eu queria, mas valeu a pena o investimento.

Agora já posso fotografar uma certa e determinada flor sem ser com o telemóvel...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Emprego


Devem ter passado uns quantos meses, quase um ano, desde o último emprego que tive. Fui a uma entrevista ontem, para uma empresa de publicidade, onde imprimem todo o tipo de gráficos de todos os tamanhos possíveis e imaginários, localizada na garagem de uma vivenda. Hoje, ligaram-me com a boa notícia: "foi seleccionado, começa na 2ª feira".

Bom? Óptimo! Não precisamos de mudar de casa, e finalmente vou ter um contrato com alguma entidade (aos 28 anos nunca tive um na vida...). Vamos ver como corre...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Escravatura? E a gramática?



Por vezes deparamo-nos com umas pérolas por aí. No outro dia deparei-me com esta. Para além de terem uma brincadeira de mau gosto, também não sabem escrever. Enviei-lhes um currículo, como resposta e fiz menção a estes dois aspectos no anúncio deles. Até à data em que fiz este tópico, ainda não me responderam, mas já repararam o erro gramatical (a cedilha que não devia existir).

E por acaso não mencionei o facto de estarem a GRITAR no anúncio (segundo a netiqueta, escrever em maiúsculas significa gritar). Vemos cada um...

A Carta


Para finalizar o outro texto que escrevi, aqui fica a notícia. Recebi ontem a tão aguardada Carta de Condução. E com o meu nome correcto... O que é bom, para variar.

Mas alto lá! Apercebi-me de um pormenor... Como nunca mais encontro emprego, estamos todos a procurar um apartamento mais baratinho para nos mudarmos, o que vai implicar umas tantas burocracias... Algo me diz que devo visitar o IMTT nos próximos meses...

sábado, 9 de maio de 2009

Vidas virtuais


Quem não ouviu ainda falar de jogos como Guild Wars, Second Life, Silkroad Online, World of Warcraft, entre muitos outros? Para quem não conhece, tratam-se jogos dependendes da internet, baseados na vida virtual de um personagem criado pelo jogador, e que vai evoluindo consoante as escolhas feitas no dia-a-dia e a interacção com outros jogadores e elementos encontrados no mundo do jogo. A este tipo de jogos chama-se Massive Multiplayer Online Role Playing Game, ou MMORPG para abreviar.

Posso dizer por experiência própria que já testei alguns jogos deste tipo, e que não me desagradaram totalmente. Enquanto alguns têm um potencial de entretenimento enorme, outros limitam-se a agarrar o jogador ao computador, sem olharem a meios para tal. Poderão pensar que se trata apenas de uma opinião sem fundamento, mas acontece que conheço algumas pessoas que já passaram por este tipo de jogos, e que sentiram este vício na pele.

Aquela sede de chegarmos a casa do trabalho/escola e entrarmos no mundo virtual do nosso jogo preferido eleva-se a um patamar mais alto, quando falamos de MMORPG. A diversidade de acontecimentos, personagens e elementos acontece devido à quantidade enorme de jogadores reais, provenientes de todos os cantos do planeta. Este facto, aliado a um outro pormenor que todos estes jogos oferecem, acaba por causar algum tipo de dependência no jogador, e que o prende ao jogo por mais tempo do que inicialmente planeado.

E de que outro pormenor se trata? Todos os MMORPG oferecem a capacidade ao jogador de evoluir, consoante as acções e interacção com o meio ambiente virtual. Nos jogos que simulam batalhas épicas, o jogador vai ficando mais forte, adquire mais armas e/ou armaduras, poderes, etc.. Num jogo que simule uma existência mais pacífica, o jogador vai evoluindo de uma forma mais estatística, conhecendo cada vez mais pessoas, visitando cada vez mais lugares, etc..

Seja qual for a evolução, baseada no tipo e objectivos do jogo, ela acontece e tem a capacidade de aliciar o jogador a experimentar coisas novas todos os dias, a cada nível que passa. Enquanto podemos encarar esta situação de uma forma saudável, caso o jogador tenha um controlo mental suficientemente activo, existem outros casos em que isso não acontece.

De entre as pessoas que conheço, existe quem se tenha apercebido desta característica nefasta dos jogos tipicamente online. Segundo o seu testemundo, este tipo de jogos vai retirando tempo real da vida do jogador, para o transformar em tempo de vida virtual. É uma transição que acontece a médio e às vezes a curto prazo, pelo que uma pessoa que não esteja preparada para esta transição poderá sofrer as consequências em primeira mão.

O meu objectivo, com este texto, é o de alertar os jogadores deste tipo de jogos, para este lado negro das comunidades virtuais. Ao contrário de um fórum ou de um simples jogo multiplayer, onde, respectivamente, uma pessoa se limita a participar nos diversos temas ou a jogar contra outros através da internet sem evoluções posteriores (e portanto, sem aquele componente que prende o jogador e o alicia cada vez mais), um jogo MMORPG acaba por ter uma capacidade muito maior de roubar a vida real de uma pessoa.

Como reconhecer esta transição? Pode depender muito do jogador, pois cada um de nós reage de forma diferente aos diferentes estímulos a que somos expostos. Pessoalmente, sinto que é fácil deixar de jogar um determinado jogo, enquanto tenho outras preocupações de maior relacionadas com a minha vida real. Porém, sei de casos em concreto de pessoas que se deixaram levar por esta onda virtual, e conto com diversos testemunhos reais que corroboram a minha teoria.

Acredito que um dos sintomas mais comuns que podemos observar nas pessoas virtualmente agarradas a este tipo de jogos, é a sua irritabilidade e facilidade com que entram em conflito com os outros (principalmente se era algo que acontecia com pouca frequência). Outra característica é a ausência da pessoa por períodos prolongados, de um ou mais locais que sempre frequentou (sejam redes de chat virtuais ou locais reais). Algo que podemos fazer nestes casos perdidos, é falar com a pessoa em causa, questioná-la relativamente ao jogo, e observar as reacções. Tenho razões para crer que, nos casos mais preocupantes, a pessoa irá reagir mal se mencionarmos algum pormenor negativo do jogo em causa. Se não reagir mal, há uma boa probabilidade de a pessoa negar e/ou contradizer todos os factos, como medida de defesa.

Existe uma pessoa por quem tenho uma grande estima, e sempre tive desde há alguns anos para cá. Essa pessoa envolveu-se num destes jogos online e, enquanto eu não me habituei a esse jogo, este meu grande amigo tem passado horas deste então, nesse mundo virtual. Se, por um lado, admiro o trabalho de publicidade ao meu fórum que ele tem feito no mundo do jogo, também é verdade que sempre temi o dia em que a sua vida social começasse a tomar outro rumo. E esse dia chegou.

Por último, gostaria de deixar aqui um apelo para quem se encontra envolvido em MMORPGs, e também a quem tem familiares ou amigos nesta situação.

Abram os olhos para a vida. Lembrem-se de que só temos uma.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

E a carta?


Pensei que os problemas tinham acabado depois de ter ficado aprovado no exame de condução, que já realizei em Janeiro, dia 22. Mas duvido... Acontece que a minha licença provisória de condução sempre teve o meu apelido Silva escrito sem a letra a.

Sim, segundo a minha licença de condução, chamo-me Márcio Silv. E não estou a brincar. Desde cedo, comentei o facto com a minha instrutora e com as secretárias na minha escola, que me disseram que esse erro podia não passar da licença. Voltei a avisar a minha instrutora no dia do exame de condução. Avisei a secretária no centro de exames quando lá fui para prolongar o prazo da licença provisória mas, como em metade das vezes em que vou àquele local, fiz mal. Para prolongar o prazo da licença provisória, tinha de ir ao IMTT.

Quando lá cheguei ao IMTT, estavam muitas pessoas para serem atendidas. Não fiquei lá porque tinha trabalho a fazer. Amanhã, dia 7 de Abril, vou a uma entrevista a Lisboa, e na volta, passo por lá para tratar dos três assuntos. Prolongo a validade da minha licença provisória, pergunto onde anda a minha carta de condução, e se me alteraram o nome, visto que pedi isso com jeitinho e alguma boa-educação por email há umas boas semanas atrás. Tive a resposta de uma única senhora que teve a preocupação de reencaminhar o pedido para alguém responsável pela matéria, mas a pessoa que o recebeu não deu notícias.

Mais um caso típico da burocracia portuguesa...

sábado, 31 de janeiro de 2009

Em busca de emprego


Perdi a conta ao tempo que fiquei sem escrever uma entrada no blog, pelo que terei de olhar para a data do último tópico. Acontece que a procura de emprego tem sido tão incessante, que o blog ficou para segundo plano. As minhas desculpas aos/às leitores/as assíduos/as, pois com a quantidade de entrevistas que nunca passaram da primeira fase (fora as respostas a anúncios sem feedkback) que eu tenho enviado nos últimos meses, fico simplesmente sem imaginação para tópicos no blog.

De qualquer forma, aproveito este mesmo assunto para escrever agora algo de interesse. Talvez um registo da minha procura por um emprego? Posso sintetizá-la por ordem cronológica:

1. Vejo o anúncio (jornal, site, ...)
2. Respondo ao anúncio (telefone, email, em pessoa, ...)
3. Aguardo um contacto (na maior parte dos casos não passa daqui, e volto ao ponto 1)
4. Vou à entrevista (aqui aguardo novamente novo contacto, que ainda não aconteceu até à data)
5. Na teoria, deveria ser a segunda entrevista ou algum tipo de contacto mais detalhado. Como nunca aconteceu, a lista fica por aqui.

Quem ainda não chegou a esta fase, ficam agora com uma ideia de como é o mundo do trabalho. Pelo menos, na área do Design (e acredito que em muitas outras também, embora existam casos de emprego menos difíceis de conseguir).